As peripécias de uma flor

As peripécias de uma flor

19/05/16

A experiência de uma mulher viajar sozinha para a Turquia

Quando planejei minha viagem sozinha à Turquia veio uma série de dúvidas na cabeça, uma vez que nunca tinha ido a um país de maioria muçulmana na vida. As principais e que me deram mais trabalho para pesquisar foram: o que vestir; como se portar e; o que é permitido fazer sozinha pelas ruas.

Ná época, fiz uma busca na internet, mas não havia muitas informações que esclarecessem as minhas dúvidas. Desta forma, segui praticamente a minha intuição e experiência de viajante sola, resolvendo encarar o desafio, sem ferir os costumes do país.


Para que cada vez mais mulheres sanem suas principais dúvidas antes de ir ao país, relato abaixo a minha experiência de viajar sozinha para a Turquia e quais são as precauções necessárias durante a estada.

Roupas - o que usar durante as andanças?

Verão e primavera: vestidos e bermudas abaixo ou próximos dos joelhos é uma boa pedida em todas as cidades que frequentará. Evite roupas coladas, decotes e transparências em suas vestimentas. Use e abuse de rasteirinhas ou chinelos para transitar pelas cidades.


Apesar do lado europeu de Istambul ser mais liberal, me surpreendendo inclusive com a quantidade de mulheres turcas que usam shorts, blusas de alça fina e chinelos pela ruas, quando atravessamos para o lado asiático da cidade as coisas mudam da água para o vinho no comportamento e nas vestimentas femininas. As mulheres são mais formais, utilizando muito mais frequentemente saias longas e lenços que cobrem sua cabeça e cabelos.


Caso esteja com uma vestimenta mais liberal, as pessoas podem te olhar com aquela desconfiança e poderão lhe faltar ao respeito. Como eles falam turco e, dificilmente você entenderá, nada mais prudente que evitar este tipo de situação. Na minha experiência, mesmo nos lugares mais conservadores, fui recebida de forma bem simpática, pois sempre falava com eles com muito respeito e me preocupava com o traje que usava

Inverno e outono: Use e abuse das calças e casacos, mas nada muito justo ou transparente também. É mais fácil não passar perrengue nesta época em função das baixas temperaturas.


Roupas - o que usar nas mesquitas que permitem visitação?

Calma! Você não terá que comprar roupas para entrar. Logo na entrada da mesquita, normalmente haverá um senhor e um armário com lenços e panos parecidos com saiões que você pega emprestado e veste por cima de suas roupas ali mesmo.


Para entrar em qualquer mesquita, se faz necessário tirar os sapatos, independentemente se você é homem ou mulher. Os homens não são obrigados a colocar qualquer lenço na cabeça, mas se estiverem de bermuda, precisarão pegar um dos saiões no armário e vestir.


No caso das mulheres, além dos saiões, há lenços para a cabeça e cabelos, além de tecidos adicionais, caso você não esteja com alguma blusa ou vestido de manga.


Eu, sinceramente até tinha levado um lenço para este tipo de ocasião e buscava utilizar vestidos mais longos, mas acabei desencanando de levar os lenços no segundo dia pelo fato da mesquita ter todos os adereços à disposição dos visitantes.

Há uma certa flexibilidade na Mesquita Azul de trajes devido a grande quantidade de turistas que lá frequentam, ou seja, os lenços e saiões não são tão necessários serem utilizados para cobrir todo o corpo e a cabeça antes de entrar, mas a retirada do sapato é obrigatória.


Além das diferenças acima descritas, os homens usualmente rezam nestes tapetes das fotos e as mulheres em um outo local mais isolado. Eu só pude fazer foto no lugar aonde os homens rezam, pois estava no horário e dia que era aberto ao público. Há mesquitas que só homens podem entrar.

A reza, voltada a Meca, deve ser feita cinco vezes ao dia pelos muçulmanos. Eles param tudo que estão fazendo e estendem seus tapetes quando a mesquita anuncia através de um canto que é hora de rezar. Em Istambul escutei várias vezes o canto vindo da mesquita, mas não vi ninguém parar e esticar o tapete para rezar.

Já nas cidades mais conservadoras e tradicionais, a coisa é diferente.

Nosso comportamento 

Não mude quem você é de verdade. Somente não procure ser escandalosa ou rir alto (se for assim de verdade, tente minimizar). Busque ser mais reservada e séria para atrair menos olhares e eventuais assédios da ala masculina.


Assédio dos homens turcos

Os turcos têm verdadeira força oculta para saber a nossa nacionalidade. Por mais que você ache que brasileira não tem face e identidade, eles sabem que somos da terrinha. No Grand Bazaar, por exemplo, quando passamos pelos corredores das "lujinhas" de confecção e jóias, se referem a nós como "Brasil, como vai?", "Olá, tudo bem?" e assim por diante. Eles tentam emplacar o máximo da sedução para vender seus produtos e aproveitar para te paquerar, obviamente.


Nas ruas, os turcos mexem mesmo e na caruda, mesmo que você esteja totalmente "vedada". Por isso, caso esteja sozinha, volte ao seu hotel antes do anoitecer e saia somente se for acompanhada ou de taxi. Eles irritam tanto com o assédio que a vontade que a gente tem é de matar um a cada esquina...rs!

Lembro uma vez que estava do lado de fora do hotel esperando uma turma de guias que fiz amizade chegar, quando veio um turco falar comigo em turco. Respondi séria em português e depois dele falar em turco e eu responder em português umas três vezes, ele desistiu de mim. Amém!

Além deste fato, passei um super perrengue quando cheguei a Istambul. Antes de ir, havia pesquisado na internet guias que falavam português ou inglês e que faziam tours privados. Achei um site seguro, que me identifiquei e comecei a conversar com o guia (homem) por email. Ele falava inglês, era executivo de uma empresa de telefonia, casado, com filhos pequenos e muito bem apresentável. O sujeito é aquela típica pessoa que você acha que não vai te dar trabalho ou problema algum.


Conversando com ele e, paralelamente com a minha agente de viagens no Brasil, resolvi que não precisaria mais dos serviços dele quando chegasse em Istambul, uma vez que havia encontrado (através da minha agente) guias experientes que falavam português. Pois bem...

Como tinha demandado um certo tempo dele pedindo informações etc, ofereci (olha que sem noção! rs) um jantar a ele em troca de toda atenção e tempo que ele tinha dispendido comigo. O convite foi feito na maior ingenuidade e somente com o propósito de agradecer. Só sei que o meliante me pegou no hotel, andou um pouco comigo pela cidade, mostrando alguns pontos turísticos e contando a história da cidade até chegarmos ao restaurante. Jantamos e, na hora da conta, a peguei para pagar. Pensa em um homem bravo?

Eu, sem noção dos costumes, nunca imaginaria que uma mulher não pudesse pagar a conta de um restaurante a um homem em uma cidade que se acha tão moderna. Sei que papo vai, papo vem, negociação vai, negociação vem que acabamos rachando a conta e saindo dali. De lá, fomos ver a cerimônia de abertura do Ramadã e alguns outros pontos. Até aí, estava tranquila. Sei que ele começou depois com uns papos esquisitos e fiquei preocupada. Pedi para voltarmos para o hotel e ele foi caminhando em um sentido que não parecia ser o do hotel. Na mesma hora que percebi algo estranho com o trajeto, peguei o meu celular e acionei o GPS na frente dele falando que estávamos no caminho errado.


Na mesma hora, o maledeto viu que eu era espertinha, se fez de bobo em relação ao caminho e retornamos ao hotel. Assim que cheguei em frente ao hotel, o recepcionista saiu e veio falar desesperado comigo. "Você conhece este homem que está com a senhora? Ele tentou fazer algo? Cuidado com os homens turcos que não conhece. - Esperarei a senhora aqui fora se despedir dele".

Sei que eles começaram a falar rudes em turco, dei tchau ao guia e entrei no hotel com o recepcionista, que estava todo preocupado.

Na real, creio que ele não me faria qualquer mal que eu não permitisse, pois tinha todos os dados dele e o registro dele estava em site brasileiro de pessoas que te acompanham pelas cidades mundo afora quando você está sozinha (o). Foi nessa confiança que eu fui e que me permitiu fazer esta doideira, mas... não recomendo a ninguém isso,

Muitas mulheres brasileiras me mandam mensagem dizendo que conheceram um turco pela internet e, se é perigoso ir até a Turquia conhecê-lo. Conto a mesma história e, sempre peço para as que insistem em viver um potencial amor turco para que ao menos nas primeiras noites fiquem em um hotel para conhecer qual é a do sujeito.


Por outro lado, tenho duas histórias de amigas que se apaixonaram por algum turco, se casaram ou tiveram um relacionamento mais sério.

Moral da história? Roleta turca, mas tome muito cuidado...

Machismo

O machismo é absurdo, principalmente fora de Istambul.

Quando cheguei a Izmir, o guia e o motorista eram homens e ficavam se contorcendo comigo, uma mulher ocidental, independente e executiva...rs! Eles queriam morrer por estarem a minha disposição, mas seguravam a pose.

Me lembro que durante os passeios, dava uma pausa para o almoço e fazia questão deles almoçarem comigo para que eu pudesse oferecer aquela refeição. Era tão sofrido pra eles que chegava a ser cômico. Claro que, de forma alguma queria provocá-los, na verdade, queria deixar a mensagem de que todos somos iguais (tolinha, eu! rs).

O machismo é muito evidente nas ruas, nos comércios e na cultura turca que até assusta, mas nenhum homem terá uma crise de machismo contigo, mulher ocidental que gastará liras turcas em seu país. O lugar que será mais bem tratada será nas "lujinhas" e mais mal tratada nos táxis.


Ah...inclusive se prepare espiritualmente e psicologicamente quando entrar em um táxi em Istambul. Eles são loucos, por várias vezes você pensará: "Agora, ele bate esse carro!", mas nada acontecerá. Para não se estressar, bastar fechar os olhos ou ficar no celular...rs


Vai escutar uns resmungos e xingamentos com a cabeça dentro ou fora do carro, mas não se preocupe. O problema não é você e nem é com você. A situação se agrava no Ramadã, visto que eles estão sem comer e beber desde a madrugada.

Procure ter um guia exclusivo ou ande em grupos

Pelo fato de não ter a menor ideia do que seria uma mulher sozinha em um país muçulmano, contratei todos os dias guias particulares para perambular pelas cidades comigo. Foi a melhor coisa que eu fiz, já que minimizava o assédio e aquele empurra empurra de coisas para comprar.

Apesar de estar com guias mulheres, não me senti insegura ou desprotegida em nenhum momento. Muito pelo contrário, elas eram até duras quando tinham que negociar algo para mim.

Fiz um post com indicação de guia na Turquia neste link -> Dica de guia que fala português e inglês

Caso a grana esteja curta, procure fazer os passeios pelos principais pontos turísticos e lugares históricos em grupos. Tal atitude também minimiza o assédio dos turcos nas ruas.

Só uma observação aqui. Tais precauções não têm que serem adotadas porque algum turco te pegará na rua e fará algo contigo. A principal razão é o simples fato que é tão irritante o assédio deles que você acaba ficando desconfortável com a situação. Tem mulher que não liga e acha até legal para o ego, mas eu me irrito com isso...rs! - É como se você passasse constantemente por uma obra...

Se você não liga pra isso, pode andar sozinha a vontade.

Pamukkale, Kusadasi e afins - dá pra usar biquini brasileiro?

Quem acompanhou a minha viagem da Turquia pelo diário de bordo que fiz, sabe que cheguei no país só com uma muda de roupa, tendo que ir às compras em Kusadasi enquanto a minha mala dava um volta em Paris. Conclusão: tive que usar biquini turco! Ele era grande, mas tão bonitinho...rs


Não fiquei de olho nos traseiros alheios, mas é tranquilo usar nossos biquinis por lá, desde que não sejam minúsculos. Em lugares como Pamukkale e Kusadasi, você encontrará muito mais turistas como você e, a probabilidade de um turco vir te assediar é muito menor.


Toilette

Não se assustem quando entrarem no toilette e encontrarem uma fossa ao invés de uma privada. Isso é muito comum no interior da Turquia e em muitos lugares da Europa, como o estádio San Siro em Milão. Já se prepare psicologicamente e treine a mira e as pernocas.

Esta foto foi tirada no aeroporto de Izmir.


Bom meninas, espero ter sanado as principais dúvidas. Caso tenha faltado algum item, só escrever nos comentários que eu atualizo o post.

                                             

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17/05/16

Charisma De Luxe Hotel - onde ficar em Kusadasi, Turquia

Com um quê de Mônaco, mas obviamente em proporção de glamour e luxo bem  menores, Kusadasi é um dos principais destinos turísticos da Turquia quando o assunto for praia e diversão.

Muitas pessoas, como eu, acabam utilizando a cidade como base quando vão a Ephesus, Pamukkale e a casa da Virgem Maria, já que o aeroporto de Izmir fica próximo a Kusadasi e as clássicas atrações históricas e turísticas turcas, mas acabam não tenho ideia de como a cidade é bacana para conhecer.


Lembro que na época que fechei o meu roteiro para esta região, fizemos o combo com todos estes locais, fechando o aéreo desde Istambul e o hotel em Kusadasi. Como estava atolada de trabalho, confiei no que a minha agente de viagens me ofereceu e nem olhei o hotel e a cidade propriamente ditos. A minha preocupação naquela época era se Ephesus, Pamukkale e a casa da Virgem Maria estavam na rota.

Tive uma grata surpresa quando cheguei ao hotel, pois além de imponente e luxuoso, o Charisma De Luxe Hotel possui todos os seus quartos com varanda de frente mar. Mesmo estando em um andar alto você sente e escuta a noite toda a brisa e o barulho do imponente mar Egeu e, quando acorda tem todo aquele azul a inteira disposição de seus olhos e câmeras.



Além da vista excepcional, os quartos são decorados com requinte e bom gosto, TV LCD, frigobar, banheira de hidromassagem e cama que parece te abraçar, deixando a nossa estadia ainda mais confortável neste moderno hotel cinco estrelas.

Dentro das áreas comuns, o que mais me atraiu no hotel foi a piscina com borda infinita, a diversidade dos serviços do spa e as cadeiras de praias situadas estrategicamente de frente para o mar, em praia exclusiva.


No primeiro dia de estada, depois de uma longa jornada entre Ephesus e a casa da Virgem Maria, fiquei horas deitada em uma das espreguiçadeiras só admirando o mar e depois fechei o dia com um banho turco no spa antes do jantar. Foi uma daquelas sessões para relaxamento e descanso merecidos para iniciar bem as férias de alguém que chegou a Turquia com a sua mala extraviada e tendo que usar biquini turco...rs



Além de todos os mimos e regalias, o hotel ainda conta com WiFi gratuito em todas áreas e sistema de meia pensão (café da manhã e jantar), com várias opções ligadas a gastronomia mediterrânea.


A experiência foi tão bacana que eu não queria ir embora de lá. Aproveitei para agradecer a minha agente por ter escolhido tão bem a cidade e o hotel, uma vez que é absolutamente comum brasileiros que vão a esta região ficarem em Selçuk ou Izmir, ao invés de ficar no balneário de Kusadasi. 


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15/05/16

5 anos de Peripécias!

Lembro que cheguei de fininho, como quem não quer nada, com o objetivo de colocar os textos por aqui para ajudar os amigos e sem nenhuma pretensão de uma vitalidade e frequência tão longa.


O que não sabia naquela época é que a internet não funciona do jeito que imaginamos. O Peripécias evoluiu, cresceu e se consolidou no mercado de blogs de viagens, mercado este que está cada vez mais difícil sobreviver, visto a quantidade de geradores de conteúdo (de qualidade ou não) que surgiram ao longo dos últimos dois anos. 


Bom, não me estenderei com muito mais blá blá blás sobre tudo o que aconteceu ao longo destes últimos anos porque vocês roncariam antes do final do texto. O mais importante a fazer hoje é agradecer a todos os meus leitores, amigos de vida, amigos blogueiros, assessorias de imprensa e parceiros que apostaram e confiaram no Peripécias ao longo destes cinco anos.


O meu MUITO OBRIGADA a TODOS VOCÊS! 

Beijo e bora comemorar que logo, logo voltarei com uma novidade totalmente inovadora por aqui ;)
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12/05/16

Como é passar o aniversário em um parque da Disney?

No ano passado tive a grata surpresa de descobrir como é passar o aniversário na Disney. Uma experiência incrível, até para os que estão beirando os 40, como eu.

A magia de seus parques faz com que se sinta criança outra vez, assim que passa a catraca. Não existe idade, cor, sexo, religião ou qualquer tipo de discussão ou preconceito por ali. E é por isso que a Disney é tão única!


A emoção e volta a infância são ainda mais intensas quando você escolhe celebrar uma data especial em um parque da Disney. Tive a honra e a felicidade de passar o meu último aniversário por lá e contarei neste post a minha experiência e como o processo acontece para que você seja uma pessoa ainda mais especial em sua data querida.

Qual melhor parque para comemorar o aniversário?

Magic Kingdom, sem sombra de dúvida, pelo fato de ser o maior e com a maior quantidade de parades e atrações.


Como me identifico como aniversariante?

Assim que entrar no parque, dirija-se ao canto esquerdo da Town Square e entre no predinho do Guest Relations. Assim que for atendido, fale que veio comemorar o seu aniversário no parque e que gostaria de ganhar o bottom. Caso não fale inglês, pergunte por algum atendente que fale português ou espanhol (se o seu nível de inglês for muito ruim é só falar tranquilamente "portuguese, brasileiro" ou coisa do gênero que alguém te ajudará...rs).


Por falar em bottom, caso seja a primeira vez na Disney, entre lá também e peça o seu de 1st visit. Além destes, existem vários outros bottoms que as pessoas usam para celebrar datas comemorativas.

Quais as vantagens de usar o bottom?

É muito bacana usar o bottom, pois todos os funcionários da Disney, quer sejam os que ficam nas atrações, restaurantes ou andando pelo parque passam ou olham pra ti e dizem: "Happy Birthday". Você se sente importante do meio de todas as pessoas que ali frequentam.


A energia é tão boa, não só pelo fato de estar na Disney, mas também por todos os wishes que te desejam ao longo do dia.


Me lembro, como se fosse hoje, que estava dançando no meio de umas das paradas com personagens que tem a tarde, o que eles chamam de Street Party e, um dos personagens que estava cantando lá no topo do "trio elétrico", falou no meio da música olhando pra mim: "Happy Birthday, Lady!". Eu até levei um susto e fiquei toda orgulhosa...rs


A Flávia do Viajar é tudo bom, que mora em Orlando que me arrastou para o Magic Kingdom para comemorar o meu aniversário por lá. Tanto eu, quanto ela, ganhamos no dias de nossos aniversários só o bottom, já as filhas delas, que são gêmeas, ganharam além do bottom, USD 25, para trocarem por brinquedos no parque. Confira todos os detalhes da experiência dela e das meninas e muitas outras dicas de comemoração de aniversário na Disney neste post no blog da Flá -> Comemorando o aniversário na Disney.

Que tal o Mickey puxar um Happy Birthday to you quando você encontrá-lo?

Foi de arrepiar a hora que o Mickey olhou pra mim e disse: Happy Birthday! E não fica só nisso, não. Ele me abraçou, me parabenizou e pediu para que todos os presentes cantarem, juntamente com ele, "Happy Birthday to you..." - Momento único!


Para que você possa ter a mesma experiência, lá na mesma entrada, vá ao Town Square Theater, localizado ao lado oposto do Guest Relations , e entre na fila da atração "Meet Mickey Mouse". 




Precisa ter paciência na fila, pois entram pequenos grupos na salinha onde fica o ratinho mais famoso e charmoso do mundo, mas a espera vale a pena! Caso você não queira perder tempo na fila, a opção que tem é utilizar um dos seus fast pass, disponíveis em seu ingresso, e marcar horário na atração. Eu, infelizmente, agendei e perdi o horário do fast pass.


Dica: Caso você não queira perder tempo na fila, a opção que tem é utilizar um dos seus fast passes, disponíveis em seu ingresso, e marcar horário na atração. Eu, infelizmente, perdi o horário do fast pass por algum motivo que não me lembro.

Será que te convenci a passar ao menos um de seus aniversários na Disney? 


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10/05/16

O que fazer e quantos dias ficar em Santorini?

A ilha grega de Santorini é, sem sombra de dúvida, a mais exótica das Cíclades quando o quesito é beleza natural. E, este é um dos motivos pelo qual é a mais visitada por diferentes tipos de turistas de todo mundo.

Para quem fizer a rota aonde Santorini não for a primeira ilha a ser visitada na Grécia, se assustará com a grande quantidade de asiáticos fazendo filas indianas para tirar fotos nos principais pontos turísticos e praias, além da quantidade de pessoas de todas as nacionalidades se debatendo para terem a melhor foto do por do sol em Oía.


Apesar destes pequenos perrengues, Santorini é um dos must see na Grécia, pois além de belíssima, exótica e única, tem uma história importante e triste de Segunda Guerra Mundial, sendo o turismo na ilha um senhor de aproximadamente quarenta e cinco anos, responsável pela reconstrução de sua identidade e de sua dignidade pelos seus simpáticos e queridos habitantes.

Além de Mykonos, muitos brasileiros também colocam em sua rota Santorini, pelo fato de ser uma das ilhas gregas mais faladas e com mais relatos na internet, mas a maior dúvida que paira no ar sempre será o que fazer e quantos dias ficar em Santorini.


Para ajudar vocês com eventuais dúvidas e questionamentos sobre o tema, preparei este post para facilitar o seu planejamento.

O que fazer?

1 - Visite suas praias

O que muitos viajantes não sabem sobre a ilha, até dar a primeira "googlada", é que suas praias tem faixa de areia de diferentes cores e totalmente fora do nosso convencional. A exemplo do que disse no outro post de Santorini, nunca imaginaria que a minha praia predileta em uma ilha grega teria areias negras.



Entre as praias que recomendo estão: Vlychada (a minha queridinha); o conjunto Red Beach, White Beach and Black Beach (que podem ser conhecidas em uma tacada só em passeio de barco) e Kamari (cheia de restaurantes e agito).


Fiz um relato com as características e dicas das minhas praias preferidas em Santorini que podem ser acessadas através deste link -> Praias de Santorini

2 - Veja todos os seus pores do sol

Além das praias, ir a Santorini e não ver todos os pores do sol que tenha oportunidade será um sacrilégio. O mais famoso e mais belo é visto no norte da ilha, em Oia, mas admirar também os pores do sol que se formam a sua frente quando estiver às margens da famosa caldeira não é nada mal.


Algumas dicas para você não passar perrengue e se frustar:

a) se decidir ver o por do sol em Oia de carro, muito cuidado na estrada, pois é extremamente sinuosa e com penhasco. Além destes perrengues "naturais", digamos assim, não se esqueça que o povo é muito festeiro (bebe muito) e apressadinho por lá, podendo te colocar uma bela pressão na estrada para agilizar com o carro;



b) Se for de excursão, de carro ou de transporte público, tente chegar o mais cedo possível. Durante o verão, o sol costuma se por lá pelas 21 horas, mas atente-se ao correto horário no dia. O bacana é chegar cedo e fazer uma refeição ou um happy hour em um dos bares e restaurantes de Oia na extrema ponta, região do Castelo Antigo.

Se chegar por lá às 18 horas, pode ser que não tenha mais lugar nestes estabelecimentos e que você tenha que se debater com os outros turistas para encontrar um bom em frente ao sol, literalmente.


c) tente dormir uma noite em Oia, para poder ver o por do sol de um de seus hotéis e degustar um belíssimo jantar sem pressa e sem pânico.

d) Dica da Flor: se quiser ver o por do sol de forma sossegada, passe a multidão e vá mais para o canto possível. Dali, você verá, fotografará e fará pose com o por do sol, sem o tumulto de Oia.


e) em Thira (Fira - capital da ilha) é muito mais fácil achar um local para ver o por do sol, mas os restaurantes e bares mais badalados e que têm as melhores vistas também lotam rapidamente.


e) há passeios de barco super românticos que podem ser feitos e que estarão exatamente em Oia no momento do por sol. Muitas pessoas reclamam que são absurdamente caros, mas cá pra nós...você está na Grécia, vendo um dos pores do sol mais famosos e belos do mundo. Vai economizar um momento priceless destes pra que?

f) muitas pessoas vão de quadriciclo a Oia, mas não se esqueça que, caso não esteja hospedado por lá, terá que retornar no escuro, podendo ser perigoso.

3 - Escale o vulcão 

Ainda ativo e com erupção prevista a cada quatrocentos anos, o vulcão de Santorini é o grande responsável pela atual geografia da ilha, já que fora dividida em cinco partes, logo após a sua primeira e violenta erupção.


O vulcão também é responsável direto pelas diferentes cores das praias e demais acidentes naturais únicos, já que as cores e formatos tem interferência direta da quantidade de larva que atingiu cada parte da ilha.


Atualmente, é possível escalar o vulcão em uma caminhada íngreme de pouco mais de 1 km e, que variará entre trinta e quarenta minutos. Se fizer este passeio no alto verão como eu fiz, leve um tênis ou chinelo de sola resistente, pois o solo é quente e há uma porção de rochas, areais e larvas pelo caminho.



Para chegar ao vulcão é necessário escolher entre uma das opções de passeio de barco disponíveis em seu hotel. O barco atracará em um local específico para que você possa fazer a escalada.


Para subir, também é necessário pagar uma taxa de EUR 2, para manutenção do local.

4 - Nade em Hot Springs

Que tal nadar bem próximo ao vulcão em águas quentíssimas? Para quem nunca ouviu falar, Hot Springs é uma espécie de baía aonde as águas podem chegar a temperatura de 38 graus. Tudo isso porque essa região é bem próxima ao vulcão.


Para desfrutar de toda esta quentura é necessário nadar além de onde o barco atracar. Quando mais perto da faixa estreita e próximo ao vulcão você for, mais quente será a temperatura da água. Como fui no verão, longe da faixa estreita, a temperatura é morna, mas dá para dar aquela refrescada depois da subida até a cratera do vulcão.


Vale ainda dizer que as águas de Hot Springs são medicinais, fazendo muito bem a saúde. Mas nada por lá deve ser por tempo limitado, em função de todas as propriedades que aquelas águas possuem.

5 - Conheça Thirasia

A ilha de Thirasia foi formada de uma das cinco partes, da então ilha de Santorini, que se separaram quando da primeira e avassaladora erupção do vulcão.


Muito menor que Santorini, Thirasia remete-se àquelas típicas ilhas gregas menos frequentadas pelos turistas de todas as partes do globo. Lá me senti mais na Grécia que em Santorini, em função do charmoso e simpático vilarejo e das famosas tavernas rústicas com comida muito saborosa. Pena que o passeio que lá nos leva dura apenas singelas duas horas.


Para quem tiver disposição e condicionamento físico, sugiro que suba as centenas de degraus para chegar ao seu topo e admirar a vista panorâmica que tem de lá. Agora, para quem quer aproveitar a praia, precisa preparar o bumbum para sentar e os pés para chegar até o mar, pois a praia é formada por pedras (escorregadias e quentes) de todos os tamanhos e cores, sendo necessários uma boa toalha de praia e um par de chinelos para entrar na água, respectivamente.


6 - Conheça suas vinícolas

Muita gente não sabe, mas os vinhos e queijos de Santorini tem além de fama internacional, qualidade de safra. As vinícolas em sua grande maioria são de propriedade de pequenos empresários e possuem opções de visitação, degustação e harmonização.

Se tiver a oportunidade de ir a vinícola Santo Wines perto da hora do por do sol, não se arrependerá. Olha só o visual que se tem de lá, com direito ao cheirinho da uva e de um bom vinho grego, claro...


7 - Visite os demais vilarejos, além de Oia e Thira (Fira)

Santorini tem vários lugares únicos ao longo de sua extensão que valem ser visitados e explorados cada uma de suas esquinas. Neles, você encontrará um lado menos turístico e todo o encanto e simpatia do povo grego.


Ademais, são nestes pequenos vilarejos que você pode comprar produtos típicos gregos de pequenos produtores. Tudo muito fresquinho e saboroso, como de costume em uma ilha grega.


8 - Visite Akrotin (Acrotiri)

Sítio arqueológico da cidade de Akrotiri, que foi totalmente tomada pelas larvas do vulcão Tera no segundo milênio a.C.. Não pude conhecê-lo na época que fui, pois estava fechado para visitação devido a um incidente ocorrido com um turista.

9 - Perca-se nas ruas de Thira (Fira) 

Capital da ilha de Santorini, Thira (Fira) tem uma infinidade de lojas, bares e restaurantes para você olhar com calma e se perder pelos seus labirintos. A ordem aqui é não ter pressa e curtir o espírito da ilha.


A única coisa que não recomendo é comprar os chinelos Havaianas com a bandeira grega. Além de ser uma fortuna, a qualidade não é tão boa quanto as nossas Havaianas. Lembro que paguei EUR 30 por um par delas porque via no pé de tudo e fique com vontade, mas me arrependi...rs


10 - Como planejar o roteiro de viagem a Santorini 

Faça passeios combo para ganhar tempo e não alugar carro todos os dias

Devido a grande variedade de coisas para fazer em Santorini, recomendo planejar o seu roteiro de viagem da seguinte forma:

a) reserve os dois primeiros dias para fazer passeios de barco ou com excursão para economizar no aluguel do carro ou da scooter.

b) em um dos dias escolha o passeio de barco que faz a escalada no vulcão, Hot Springs e Thirasia no mesmo passeio. É um passeio de quase dia todo e que ao velajar, de lambuja ainda verá lá de longe Oia (Ia) e Thira (Fira) no topo das montanhas, parecendo até floquinhos de neve.


Antes de fechar o passeio, atente-se se o transfer ida e volta ao porto está incluso. Para chegar a Old Port é perrengue, pois a estrada é perigosa, muito íngreme e estreita. Nem pensar em ir até lá de scooter, pois seria um ato de extrema burrice e imprudência. Se você optar em ir de carro, será um ato de coragem, pois não é fácil dirigir por ali quem não tem prática com a estrada.

c) em outro dia, faça o passeio que leva aos vilarejos, vinícolas e, de quebra ao por do sol em Oia. O bacana de ir com a galera é que você conhece com mais detalhes a história da ilha e não precisa ir até Oia de carro.


d) reserve mais três dias para conhecer com calma e desfrutar das praias e dos vilarejos. A partir deste momento é bacana alugar o carro ou a scooter para fazer as coisas no seu tempo e de forma independente.

Quantos dias ficar em Santorini?

O ideal é ficar pelo menos quatro dias inteiros para conhecer a ilha. Muitas pessoas acabam ficando três dias, contando a chegada e a partida, mas eu não recomendo, pois há muito o que ver em Santorini. De novo bato na tecla de que, é muito gasto e perrengue pra chegar e ficar super pouco só para falar que conheceu.


Onde ficar em Santorini?

Recomendo que separe uma noite para ficar em Oia, de preferência em um hotel que tenha vista para a caldeira para que você possa admirar o por do sol diretamente de lá. Os outros dias, fique próximo a Thira (Fira) que é capital e burburinho da ilha.

Me hospedei no El Greco Resort & Spa , que é uma graça e muito perto da vila de Thira (Fira), indo e vindo dos jantares e das andanças em cinco minutos a pé.

Mini piscina em frente ao meu quarto
Muitas pessoas ficam em Perissa pelo fato de ser mais barato, mas não tem muita coisa próxima, sendo que o barato pode sair caro, principalmente quando o assunto for tempo de locomoção.

Onde comer em Santorini?

Come-se muito bem em qualquer canto da ilha. Os restaurantes de Oia tem um quê a mais em função do por sol, enquanto que os restaurantes de Thira (Fira) tem um quê a mais em função da vista diferente para a caldeira.


Muito se fala do Ambrosia e do 1800, mas eu preferi fugir deste convencional e fui explorar outros lugares mais simples ou mais caros, mas com o sabor arrebatador como é esperado se ter em Santorini. Não tem como mal por lá, nem naquela cafeteria super simples, escondida no cantinho de algum lugar ou de algum vilarejo. Vai na minha...



Dicas adicionais e importantes para quem for a Santorini

Veja se o transfer do porto ou do aeroporto até o hotel está incluso - cheguei em Santorini de ferry e sai de avião e tive os dois tipos de transfer inclusos na minha diária de hotel, entretanto, lembro que enquanto esperava o meu transfer de chegada, havia um verdadeiro comércio de carros e taxistas que faziam de tudo para te levar para o hotel.

Caso você tenha que pegar um taxi até o seu hotel, negocie o preço, pois muitas vezes o preço pode não ser justo e a conta sair cara, já que as opções de locomoção serão escassas.

A exemplo de Mykonos, cuidado nas estradas e com os motoristas - algumas partes da ilha possuem estradas muito estreitas e extremamente íngrime. Toda a prudência será bem vinda.

Alugue um carro com antecedência - é essencial para não entrar em uma cilada. De preferência, alugue um carro conversível para sentir os ares da ilha e o sol batendo no lombo, além de ser muito mais glamouroso a um preço nem tão mais alto assim (paguei EUR 50, a diária frente a 60, em Mykonos).


Não recomendo alugar uma scooter (confira antes a sua classe na carteira de motorista) pelo fato das estradas serem íngremes e sinuosas, além de ventar muito em Santorini, o que pode causar ausência de estabilidade. Muitos vão achar que isso é besteira e que não há perrengue, mas cada um com seu cada um. Prezo o meu conforto e a minha segurança.

Muitos optam em não alugar carro ou scooter e fazer tudo de táxi ou transporte público. Tal opção é arriscada, pois dependendo de onde se hospedar o barato poderá sair caro.

É muito comum usar jegue como meio de transporte na ilha, principalmente nos picos mais altos de escalada de degraus. Eu, particularmente sou contra, apesar de ser costume. Desta forma, fico com a lembrança do jegue de mentirinha na memória.


Se caso você chegar de ferry ou for a Old Port, não se assuste com o tamanho da montanha que encontrará pela frente. É algo surreal e que nunca esquecerei. Depois do primeiro impacto com o tamanho da montanha, sempre virá a pergunta, será que o carro sobe a montanha. E a resposta sempre será: Sobe, ô se sobe, principalmente se o motorista for grego...rs!


A foto não está tão legível, mas é a que melhor representa as curvas.


A grande maioria dos gregos fala inglês fluente. Não se preocupe com a comunicação com eles, caso fale inglês. A única coisa que terá que é se atentar é se caso começarem a falar "Parakalo Parakalo" que significa cuidado ou perigo a vista. Se falarem só "Parakalo", uma vez somente. é obrigada em grego; Pode ficar tranquilo.

Em geral, Santorini é mais barata que Mykonos nos quesitos bens de consumo e gastronomia.

Curiosidade - Você sabe porque as casas são brancas com o topo pintados de azul?

Na verdade as casas brancas com o topo pintado de azul são igrejas. Há mais de quinhentas igrejas em toda a ilha. Tal número expressivo não é em função do credo do povo, mas sim porque como as igrejas são isentas de impostos, muitas famílias acabaram construindo suas casas como se fossem igrejas com cúpulas.


Em muitas delas não se pode entrar, pois os gregos dizem que a igreja e propriedade é para uso exclusivo da família que ali mora. É mole?

Quer dicas do que fazer em Atenas e em Mykonos, de quais praias ir em Mykonos, Santorini e em Paros e de como chegar às ilhas gregas?

Escrevi recentemente sobre nestes posts do blog:

O que fazer em Atenas?
O que fazer e quantos dias ficar em Mykonos?

Praias de Mykonos
Praias de Santorini
Praias de Paros

Como chegar às ilhas gregas?

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